sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Burger King agora é verde e amarelo, brasileiros fundadores da AmBev compram por compra de R$ 7 bilhões a rede de fast food


Primeiro foi a bebida. Agora é a comida. Os brasileiros vêm dominando os ícones do cardápio dos norte-americanos: o gigante americano do fast-food Burger King  aceitou nesta quinta-feira (2) uma oferta de compra de cerca de R$ 7 bilhões (US$ 4 bilhões) do grupo  financeiro 3G Capital, dos bilionários brasileiros Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira.
Trata-se do segundo ícone americano que passa para as mãos de brasileiros – o primeiro foi a cerveja Budweiser, fabricada pela Anheuser-Busch (que foi comprada em 2008 pela InBev, comandada pelo brasileiro Carlos Brito). Telles, Lemann e Sicupira, por sua vez, são os fundadores da AmBev – que faz parte da InBev.
Segundo reportagem no site do jornal americano The New York Times, o negócio “marca a contínua ascensão do Brasil como um grande jogador entre as grandes corporações”.
Em um comunicado divulgado no site do Burger King, o sócio da 3G Alexandre Behring disse que a marca de fast-food tem uma sólida rede de franqueados, uma marca simbólica e uma grande oferta de produtos, que fazem da operação uma “perfeita combinação” para a 3G, que tem um “longo registro de investimentos em marcas globais de consumo e de empresas de varejo”.
Em julho de 2005, o Burger King abriu seu primeiro restaurante de rua na cidade de São Paulo, entre as avenidas Santo Amaro e Hélio Pellegrino, na zona sul, mas a rede está no país desde 2004.
O sistema Burger King opera mais de 11 mil restaurantes em 65 países e territórios no mundo todo; desse total, 90% são de propriedade de franqueados independentes.

sexta-feira, 23 de julho de 2010


Estreia neste sábado, dia 24 de julho, a mudança da identidade visual da cerveja Brahma. O produto ganha uma embalagem vermelha que vai se destacar nos principais pontos de venda do País. A mudança de cor é parte da estratégia do novo posicionamento da marca - "O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma", cujo foco é reforçar o sabor e a qualidade da cerveja.

Com o novo conceito, a Brahma, que ao longo dos últimos três anos focou a comunicação nos valores de seu consumidor, passa a destacar agora as principais características do produto: a tradição e a singularidade de seu líquido e sabor.
Sergio Eleutério, gerente de comunicação de Brahma, explica que a cerveja não poderia ter uma lata da cor das outras. "Com a campanha 'Brahmeiros' conseguimos reforçar os valores e nos aproximar ainda mais do consumidor da marca. Agora chegou o momento de falar dos atributos que fazem da Brahma sinônimo de cerveja. É isso que entregamos com este novo conceito: o 'Brahmeiro' que conhecia sua cerveja de olhos fechados, também poderá identificá-la de olhos abertos, e  que uma cerveja com sabor tão inconfundível, não poderia ter uma lata da cor das outras", diz Eleutério.
A marca estreia também uma nova forma de se comunicar com seu público. Valores inerentes à Brahma como família, amigos e a persistência ganham uma 'pitada' de humor para falar o quanto a Brahma é inigualável e que é a cerveja com o verdadeiro gosto de cerveja.
A campanha "O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma" demarca o novo posicionamento da marca. Com estreia neste sábado, 24 de julho, a campanha criada pela agência África precede uma estratégia que teve como ponto chave alguns vídeos do humorista Maurício Meirelles e o hipnotizador Fabio Puentes em que tentam decifrar o porquê da lata Brahma ser branca. Além do comercial "Coisas Vermelhas", em quem um personagem também lança o questionamento.

O comercial "Perguntas", de 30 segundos, começa com uma série de questionamentos insólitos e sem respostas: "Por que as mulheres escolhem tanto, se homem é tudo igual?" ou "Por que a conta sempre sobra para quem senta na ponta da mesa?". Até chegar a dois amigos num supermercado que também se questionam: "Se o caminhão, a embalagem e a geladeira da Brahma são vermelhos, por que a lata da Brahma é branca?".

Neste momento, um terceiro personagem aparece e fala "Muda pra vermelho logo!". Uma multidão pede junto:  "Faz vermelha logo", e finaliza com a revelação da nova embalagem. "Novas latas vermelhas da Brahma. Porque uma cerveja com sabor tão inconfundível, não poderia ter uma lata da mesma cor das outras ".
O plano de mídia ainda contempla peças no PDV, anúncios e peças para web.

Informaçõs Obtidas no site da Ambev
http://www.ambev.com.br/Noticias/interna.aspx?n=Brahma-apresenta-nova-campanha-que-marca-mudanca-de-cor-da-lata
http://www.ambev.com.br/Noticias/interna.aspx?n=Nova-campanha-da-Brahma-aposta-no-bom-humor

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mesmo sem patrocinar, Nike gera mais buzz na Copa

http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Mesmo_sem_patrocinar,_Nike_gera_mais_buzz_na_Copa&origem=home

 Adidas ficou na segunda colocação, mas patrocinadores oficiais de outros segmentos tiveram vantagem

 
Comercial "Write the Future" aproximou a Nike do universo da Copa do Mundo
No dia dos primeiros jogos da Copa do Mundo nesta sexta-feira, 11, a Nike provou novamente que os anunciantes não precisam necessariamente investir uma grande quantidade de dinheiro nos direitos oficiais de patrocínio do evento para ter o melhor buzz.

Um estudo da Nielsen em cima de blogs, redes sociais e programas de mensagens instantâneas descobriu que a Nike teve duas vezes mais menções em textos de língua inglesa relacionados à Copa do Mundo do que a segunda colocada Adidas, que é patrocinadora Fifa.

E a Adidas não foi a única parceira oficial a perder espaço. A Budweiser foi somente a décima marca mais lembrada, enquanto a rival Carlsberg, que não é patrocinadora oficial, ficou em sexto lugar.

Tanto Nike quanto Carlsberg basearam seu sucesso em campanhas de vídeos virais. O épico da Nike Write the Future teve mais de 22 milhões de visualizações, enquanto a peça Team Talk da Carlsberg, que era focado no patrocínio à seleção inglesa, teve mais de um milhão.

A Pepsi (8ª) e a Panasonic (10ª) também entraram no Top 10 de marcas mais associadas à Copa, mesmo não sendo patrocinadoras também. No caso das duas, no entanto, elas ficaram atrás de concorrentes que patrocinam a Copa, no caso, Coca-Cola (3ª) e Sony (4ª). Outro caso bem sucedido foi de Visa, que ficou na quinta colocação do ranking e que teve 15 vezes mais menções do que a Mastercard.

Do Advertising Age.

Confira a porcentagem de buzz online apontada pelo estudo:


Posição Marca Característica
1 Nike Não patrocinador 30,20%
2 Adidas Parceiro FIFA 14,40%
3 Coca-Cola Parceiro FIFA 11,80%
4 Sony Parceiro FIFA 11,70%
5 Visa Parceiro FIFA 7,30%
6 Carlsberg Não patrocinador 3,90%
7 McDonalds's Parceiro Copa/Fifa 2,80%
8 Pepsi Não patrocinador 2,50%
9 Hyundai/Kia Parceiro FIFA 2,40%
10 Panasonic Não patrocinador 1,90%

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Camisa do Corinthians vale aula de Marketing

Por Erros de Marketing, do Mundo do Marketing | 17/05/2010
joaomarcos@tothetop.com.br
http://www.mundodomarketing.com.br/24,14190,camisa-do-corinthians-vale-aula-de-marketing.htm


O patrocínio é uma das ferramenta de Marketing mais conhecidas. Em teoria, as marcas que decidem dedicar uma grande verba para aparecer em algum "acontecimento" têm dois ganhos: o da EXPOSIÇÃO (que contribui para a lembrança da marca) e o da ASSOCIAÇÃO com o conteúdo que está envolvido no patrocínio (o que ajuda a construir equity).
Alguns patrocínios custam milhões de reais e implicam em decisões estratégicas dento do plano de marketing de grandes empresas. Já escrevi nesse blog sobre a TIM ter contratado o Blue Man Group, por exemplo.
Também já escrevi sobre a recente decisão do Corinthians de aceitar um número bem maior de patrocinadores em sua camisa para arrecadar mais recursos, o que impactaria o nível de retorno que qualquer marca teria sobre o benefício da exposição, mencionada acima.
Mais de um ano se passou e a camisa do timão continua parecendo um uniforme de F1. A Batavo decidiu trocar o Corinthians pelo Flamengo, mas o time de Ronaldo conseguiu negociar um contrato maior com a Hypermarcas, uma empresa que se auto-denomina a "Procter & Gamble brasileira" e que anuncia praticamente uma aquisição por semana formando um portoflio de mais de 300 marcas que vão de laxante a adoçante.
Honestamente, acho que o caso da camisa do Corinthians vale por uma aula de Marketing. Vamos olhar o caso de cada marca que está estampada ali atualmente:
1) NEO QUÍMICA: uma marca de medicamentos genéricos. Antes de analisar se essa marca deveria estar aí, vamos dar um passo atrás: qual é o modelo de negócio de uma empresa de genéricos? Trata-se de uma empresa farmacêutica que consegue praticar preços aproximadamente 35% mais baixos que os medicamentos de referência porque não têm gastos com pesquisa/desenvolvimento e propaganda, afinal é um "genérico". Mas a competição e a ambição neste mercado aumentou e nasceu esta anomalia: marcas de produtos genéricos que querem se diferenciar. Já que a concorrência investe pesado nos médicos e nos balconistas de farmácias, a Hypermarcas decidiu dar a essa marca o melhor espaço no uniforme. É assim que eles vão querer ganhar da recomendação dos farmacêuticos?
2) BOZZANO: Quando a Hypermarcas comprou esta marca, já tinha em mente o plano de entrar no mercado de lâminas de barbear, dominado pela Gillette. Para provocar a marca líder, que é curiosamente comercializada pela "Procter & Gamble americana" e tem contrato mundial com o jogador Kaká, eles contrataram o Ronaldo e colocaram a marca nas mangas do Timão. Como resposta, a Gillette fechou um patrocínio bem maior com a seleção brasileira para a Copa do Mundo. E Ronaldo não foi convocado.
3) ASSIM: A marca irmã da Assolan foi "estrategicamente" posicionada na clavícula dos jogadores. Além de ter uma leitura prejudicada, sofre de um problema grave: dispersão (apesar de muitas mulheres gostarem de futebol e muitos homens ajudarem na casa, o fato é que a grande maioria dos expectadores de futebol ainda é formada por homens e a maioria das decisões de compra de sabão em pó é feita pelas mulheres).
4) AVANÇO: O desodorante que foi construído em cima do chavão "Com Avanço, elas avançam" agora está posicionado nas axilas do time do Corinthians. Esta posição garante que a marca apareça quase que somente no momento do gol, o que é até interessante. Mas... será que você gostaria de ter o "cheirinho" de jogador suado? O produto entrega toda essa "proteção"?
5) BANCO PAN AMERICANO: A única marca que não é da Hypermarcas está posicionada na borda da camisa. Por regra, esta parte do uniforme tem que estar colocada, obrigatoriamente, para dentro do calção. Na prática, sabemos que a exposição vai acontecer. Ok, vou então investir neste banco... afinal, todos os bancos que já estiveram na camisa do timão são confiáveis. Ops... o último banco que patrocinou o Corinthians (Excel Econômico) quebrou.

Por fim, vale lembrar que o Corinthians, no ano do seu centenário, ainda não conquistou nenhum título expressivo, ao contrário das expectativas.
Pois é... boa sorte aos patrocinadores.

quarta-feira, 5 de maio de 2010


Estudo da Millward Brown mostra quatro marcas de tecnologia no topo da lista

Além de ser o site mais acessado do mundo, o Google é a marca mais valiosa do planeta, avaliada em 114,2 bilhões de dólares. É o que diz o quinto ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, realizado pela Millward Brown, que identifica o valor financeiro das marcas mundiais.

O estudo é baseado na opinião dos consumidores e, ao todo, as 100 marcas avaliadas atingem mais de US$ 2 trilhões. O ranking mostra que a IBM pulou da quarta para a segunda posição, avaliada agora em US$ 86,3 bilhões. Em terceiro está a Apple. A marca da empresa dirigida por Steve Jobs superou a poderosa Microsoft – que aparece em quarto lugar – e foi avaliada em US$ 83,1 bilhões. Em quinto está a Coca-Cola, com uma marca equivalente a US$ 67,8 bilhões.

A Petrobras é uma das marcas nacionais que figuram no ranking. A estatal está na 73ª posição com “apenas” US$ 9,67 bilhões. A outra marca brasileira na lista é o Bradesco, com US$ 7,4 bilhões, na 98ª posição. Esta edição marca a estreia de uma marca indiana no ranking, a ICICI, localizada na 45ª posição. Quem também aparece pela primeira vez na lista é o Facebook, avaliado em US$ 5,5 bilhões.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/5,13930,google-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-segundo-ranking-brandz.htm

Propaganda Criativa ou Mente Poluida

Outdoor's Engraçados


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Fonte: http://www.colunatri.com/2009/04/outdoors-bizarros-e-muito-criativos.html